Meningite ACWY?!?

Dive Into the Ocean

Olá! Hoje falaremos sobre um tema que tem preocupado muitos pais nos últimos dias, a meningite.

1) Mas enfim, o que é Meningite?

A meningite é uma doença infecciosa que acomete a meninge, que é a membrana que reveste todo o sistema nervoso- o cérebro e a medula espinhal.

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2) Quem causa a Meningite?

A meningite pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros parasitas. Os vírus são os principais agentes causadores de meningite, no entanto devido à elevada mortalidade e morbidade, as infecções bacterianas ganham grande destaque, além da possibilidade de prevenção com as vacinas.

As principais bactérias que causam a meningite são o Meningococo, o Pneumococo e o Hemófilos do Tipo B, principalmente em crianças maiores de 3 meses de idades.

O Meningococo possui 12 sorogrupos (subtipos), mas destacamos os: C, B, W-135, Y e A.

3) Quem são os grupos de risco para a doença?

Em crianças, os menores de 5 anos, em especial os menores de 1 ano de idade, e adolescentes entre 15 e 24 anos.

Além de idosos, gestantes e pessoas com doenças que reduzam a imunidade, como transplantados, pessoas que fazem uso crônico de corticoides, diabéticos graves e indivíduos com AIDS.

4) Como posso pegar a meningite?

A transmissão da meningite é de pessoa a pessoa, por via respiratória, através de gotículas e secreções do nariz e garganta, ao tossir, falar ou espirrar havendo necessidade de contato íntimo e PROLONGADO.

Cerca de 50% da população pode ser portador deste patógeno em algum momento da vida. A infecção se inicia pela colonização da nasofaringe e a partir deste evento se dissemina pela corrente sanguínea. Os fatores que fazem com que ocorra a invasão da corrente sanguínea e consequentemente a doença clinica incluem algumas inter-relações como predisposição genética, estado clinico do hospedeiro, condições ambientais e virulência da bactéria.

5) Quais os sintomas da meningite?

O quadro clínico apresenta um espectro variado, dependendo da idade e duração da doença.

O diagnóstico nos bebês é baseado na suspeita clínica diante de um quadro inespecífico, como febre e irritabilidade. Manifestações como hipotermia, letargia ou hipoatividade, recusa alimentar, vômitos, diarreia, dificuldade respiratória, fontanela abaulada, convulsões e alterações do nível de consciência fazem parte do diagnóstico clínico.

Em crianças maiores ocorre febre, prostração, anorexia, fotofobia, cefaleia, vômitos, convulsões, alterações do nível de consciência. Sinais de irritação meníngea, como rigidez de nuca e dor lombar, podem estar presentes.

O quadro mais insidioso de febre por alguns dias, sintomas respiratórios ou gastrointestinais inespecíficos, letargia e irritabilidade é menos comum.

6) O governo não dá vacina contra a meningite, por isso estão acontecendo estas infecções atualmente, é verdade?

MENTIRA!

Em 1999, foi iniciada a vacina contra o Hemófilos do Tipo B, o que praticamente erradicou a meningite por este agente no Brasil. Atualmente, a vacina é dada aos 2, 4 e 6 meses de idade, estando incluída na Vacina Pentavalente pública e particular, além da Hexavalente particular.

No ano de 2010 iniciou-se a vacinação contra o Pneumococo e o Meningococo do Tipo C, no Brasil. O que reduziu drasticamente o número de casos da doença no país.

7) Então por que ainda temos casos de meningite no Brasil?

A partir da introdução da vacina contra o Meningo C no calendário público , no ano de 2010, observamos uma grande redução dos casos de meningite bacteriana por este agente, isto por outro lado, fez com ocorresse uma seleção e um aumento do número de casos de infecção pelo Meningococo do Tipo B.

Hoje temos o Meningo B como principal agente causador das meningites bacterianas, seguido pelo Meningo C, W-135 e Y.

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8) Certo! Não entendo nada dessa sopa de letrinhas ACWXYZKJ… Quais vacinas posso fazer para meu filho, no âmbito particular?

 

  • Hemófilos do Tipo B (Hib)

O governo dá 3 doses de vacina contra o hemófilos: com 2,4 e 6 meses de idade, estando inclusa na vacina Pentavalente.

A Sociedade Brasileira de Pediatria e a Sociedade Brasileira de Imunizações preconizam um reforço para todas as crianças com 15 meses de idade, não fornecido pelo calendário público.

A vacina Pentavalente (particular) e Hexavalente (particular) também conferem proteção contra o Hemófilos do tipo B.

 

  • Pneumococo

Pelo calendário público é fornecida a Vacina Pneumo 10 (PNM 10) , a qual fornece proteção contra 10 tipos de pneumococo que podem provocar pneumonia, otites, sinusites e meningite .

Em 2016, foi retirada a dose de 6 meses; portanto atualmente as crianças recebem duas doses da vacina com 2 e 4 meses e um reforço, após 1 ano de idade.

A Sociedade Brasileira de Pediatria e a Sociedade Brasileira de Imunizações preconizam 3 doses da vacina (com 2, 4 e 6 meses) e um reforço após um ano, preferivelmente com a vacina 13 valente – disponível apenas em clínicas privadas.

Aquelas crianças que completaram o esquema todo de vacinação com a vacina 10- valente (pública), podem receber um reforço posteriormente com a vacina 13 valente , até os cinco anos de idade.

Existe uma vacina 23-valente, que pode ser dada em crianças maiores de 2 anos de idade, mas com indicações precisas.

 

  • Meningococo

 

Meningococo C

Vacina fornecida pelo governo aos 3 e 5 meses de idade com um reforço após 1 ano de vida.

Há um ano a vacinação de adolescentes entre 11 a 14 anos também foi iniciada pelo programa nacional de imunizações.

 

Meningococo B

A vacina contra o Meningococo B- hoje o principal agente que causa a meningite no Brasil- só está disponível em caráter privado.

A vacina conhecida como Bexsero, está liberada a partir dos 2 meses de idade. O número de doses depende da idade do início do esquema vacinal.

Em fevereiro deste ano, está chegando uma nova vacina contra o Meningo B- a Trumenba. Ela será indicada para pessoas entre 10 e 25 anos de idade.

 

Meningococo ACWY

Existem quatro tipos de vacina ACWY disponíveis no Brasil, sendo as mais conhecidas a Menveo e a Nimenrix.

Cada uma tem um esquema de aplicação, dependendo da idade do início do esquema vacinal- conforme o quadro abaixo.

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Se optado pela realização desta vacina, a criança não necessitará da vacina Meningo C fornecida pelo posto de saúde.

 

9) Doutor, eu já dei a vacina do Posto de Saúde, a Meningo C, para o meu filho e quero dar a ACWY. Ele pode tomar? Tenho que dar o esquema todo novamente?

A resposta da Sociedade Brasileira de Pediatria:

Não existem dados de estudos sobre intercambialidade entre as diferentes vacinas meningocócicas conjugadas ACWY nas doses realizadas na primovacinação. Entretanto, se houver necessidade de intercambiá-las, quando não se conhece o produto utilizado na dose anterior ou não se dispõe do mesmo, deve-se adotar o esquema com maior número de doses. Crianças e adolescentes vacinados com a vacina MenC podem se beneficiar com o uso da MenACWY, com o objetivo de ampliar a proteção, respeitando-se um intervalo mínimo de um mês da última MenC

Sendo assim, o mais adequado seria vacinar a criança novamente, respeitando o número de doses fornecidas pelo fabricante, como se a criança não tivesse recebido nenhuma vacina antes.

 

Espero que tenha solucionado as dúvidas de vocês.

Caso ainda restem questões não abordadas e/ou mais dúvidas é só deixá-las aqui abaixo.

Nos vemos no próximo mês, até lá!

 

 

Dr Vinícius F. Z. Gonçalves- Pediatra e Neonatologista

 

 

Fontes:

Epidemiologia da Infecção Meningocócica- Prof. Dr Eitan Naaman Berezin- Sociedade Brasileira de Pediatria

Meningites- Sociedade Brasileira de Infectologia- Acesso em 08/03/19- https://www.infectologia.org.br/pg/962/meningites

Vacinas Meningocócicas Conjugadas no Brasil em 2018: Intercambialidade e diferentes esquemas de doses. SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES- Departamento Científico de Imunizações- Nota Técnica

Calendário Vacinal de 2018- Sociedade Brasileira de Pediatria

Meningite Bacteriana Aguda – Revista de Pediatria SOPERJ – v. 13, no 2, p72-76 dez 2012

Secretaria da Saúde o Estado de São Paulo- Dados epidemiológicos- acesso em 08/03/2019– http://www.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/areas-de-vigilancia/doencas-de-transmissao-respiratoria/meningites/dados/doenca_meningococica.pdf

O Sarampo voltou???

Olá!!!

Hoje falaremos sobre o Sarampo. Você já ouviu falar dele?

 

SARAMPO

Sim, o Sarampo era bem comum há alguns anos -muito provavelmente você ou alguém que você conheça já o adquiriu- e estava extinto desde 2016 do Brasil e de todas as Américas.

No entanto, só nos primeiros meses deste ano ocorreram 1864 casos no Mundo, sendo que 1427 originaram-se na Venezuela.

O Brasil desde fevereiro de 2018 enfrenta um surto com mais de três mil casos suspeitos e 527 casos confirmados, sendo que 517 correram nos estados do Amazonas e de Roraima- regiões vizinhas à Venezuela- e apenas um caso ocorreu em São Paulo.

Por conta disso, vamos tentar esclarecer algumas dúvidas referentes à doença.

1) Como posso adquirir o Sarampo?

O Sarampo é uma doença viral, a qual é transmitida pelo contato com as secreções das vias aéreas de uma pessoa contaminada, principalmente, dois dias antes e dois dias após o surgimento do “vermelhão” característico da doença, que explicaremos abaixo.

2) Quais são os sintomas da doença?

O Sarampo, por ser uma doença viral, costuma abrir o quadro com sintomas gripais como febre, tosse, coriza e conjuntivite.

Sarampo-Conjutevite-Dr-Joseph-El-Mann

Após cerca de cinco dias, podem aparecer lesões pelo corpo- um “vermelhão” que se inicia da cabeça e que vai até os pés e não poupa as palmas das mãos e/ou a planta dos pés.

 

Alguns dias depois do aparecimento do vermelhão é que ocorre a redução ou fim da febre- exceto se houver infecção bacteriana secundária.

O “vermelhão” some após uma semana, em média, com a descoloração e a descamação da pele.

Podem surgir também, manchas brancas na mucosa da boca, conhecidas como sinal de Koplik, que antecede de 1 a 2 dias antes do aparecimento das manchas vermelhas.

3) Quais as possíveis complicações? 

Como toda doença viral, as principais complicações são bacterianas.

Após o quadro podem ocorrer otites, pneumonias, laringites e diarreia.

No entanto, a encefalite é o quadro mais preocupante, que embora raro, pode ser letal.

4) Quais os grupos de risco para as complicações?

Em geral, as pessoas com baixa imunidade. Dentre elas: as crianças menores de cinco anos, adultos com mais de 20 anos, gestantes e pacientes com condições de imunossupressão, como por exemplo, portadores de leucemia e pacientes que vivem com HIV/AIDS.

5) Existe tratamento para a doença?

Como toda a doença viral, não há tratamento específico para ela. A pessoa deve fazer repouso e receber hidratação adequada e anti-térmicos, se houver febre.

O uso da Vitamina A por via oral, por dois dias consecutivos, tem demonstrado melhora nas taxas de morbimortalidade e seu uso tem sido preconizado pela Organização Mundial de Saúde.

6) Quem deve receber a vacina ?

O Ministério da Saúde recomenda para crianças o esquema vacinal com uma dose (tríplice viral-Sarampo, Caxumba e Rubéola) aos 12 meses e outra dose (tetra viral- Sarampo, Caxumba, Rubéola e Varicela[Catapora]) aos 15 meses de idade.

Para adolescentes e adultos até 49 anos:

• Até os 29 anos – duas doses, podendo ser doses da vacina tríplice ou da tetra viral

• Dos 30 aos 49 anos – dose única, podendo ser da vacina tríplice ou tetra viral.

Aqueles indivíduos que já receberam duas doses da vacina tríplice ou da vacina tetra viral, durante a vida, não precisam mais receber novas doses da vacina.

 

7) Quem não deve receber a vacina?

  • Casos suspeitos de sarampo
  • Gestantes – devem esperar para serem vacinadas após o parto. Caso esteja planejando engravidar, assegure-se que você está protegida. Um exame de sangue pode dizer se você já está imune à doença. Se não estiver, deve ser vacinada um mês, antes da gravidez. Espere pelo menos quatro semanas antes de engravidar.
  • Menores de 6 meses de idade
  • Imunocomprometidos

 

8) E quem não se lembra ou não tem registro de ter recebido a vacina?

Na dúvida, quando não houver o registro das doses aplicadas previamente, deve-se considerar o indivíduo como não vacinado e ele deve receber o esquema para a idade. Eventuais doses adicionais não trazem maior risco.

9) Mas a vacina não está disponível há muitos anos? Porque houve este surto então?

No Brasil, desde 1982 o Instituto FioCruz fabrica a vacina. E desde 1984 existem campanhas de vacinação contra o Sarampo.

No entanto, a meta de vacinação do Ministério da Saúde é de no mínimo 95% e só em 2017 a meta alcançada foi de 84,9% e de 71,5%, para a primeira e segunda dose da vacina, respectivamente.

Demonstrando, portanto, uma queda considerável na adesão à vacinação.

10) Ouvi falar que haverá uma Campanha de Sarampo? Quando será? 

A vacinação contra o sarampo é a única maneira de prevenir a doença.

Neste ano, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo será realizada entre 6 e 31 de agosto, sendo o dia 18 de agosto o dia de mobilização nacional – o ‘Dia D’.

SARAMPO

11)  E para quem vai viajar para áreas com o Surto de Sarampo , qual a recomendação?

Recomenda-se uma dose precoce de vacina tríplice viral para crianças de seis a 12 meses de idade que viajem internacionalmente para áreas de risco ou nas localidades onde estejam ocorrendo surtos.

A dose administrada, nesta faixa etária, não será considerada válida para o calendário de
vacinação, devendo ser agendada a administração de dose da vacina tríplice viral para os 12 meses e da tetra-viral para os 15 meses de vida.

 

Por hoje é só!

Dúvidas ou sugestões? É só escrever aqui embaixo ou na página do Facebook da Clínica Gonçalves: http://www.facebook.com/clinicagoncalvessr

Até Breve,

Dr. Vinícius F.Z. Gonçalves- Pediatra e Neonatologista

 

Fontes:

Atualização sobre Sarampo- Sociedade Brasileira de Pediatria ( Julho/2018)

Ministério da Saude- Site: http://portalms.saude.gov.br/component/tags/tag/sarampo

Imagens:

Site Central Diseases Control (CDC)

Site Ministério da Saúde

Site http://www.elmann.com/sarampo-sintomas-tratamento-prevencao/

 

 

 

 

Apenas TUDO o que você precisa saber sobre a Febre Amarela

FEBRE AMARELA

Olá!!!

Hoje faremos um bate-bola rápido com as maiores dúvidas sobre a Febre Amarela, no esquema de perguntas e respostas.

Prontos?!? Vamos lá, então!

a) Como posso contrair a doença?

A doença é causada por um vírus e transmitida pela picada de um mosquito silvestre (o Haemagogus ou o Sabethes). O mosquito transmite a doença após picar um macaco infectado, que é o hospedeiro PRINCIPAL. O homem é um hospedeiro acidental.

b) E o mosquito da Dengue, o Aedes aegipty, onde entra nessa história?

O Aedes é o vetor da doença no Ciclo Urbano, transmitindo a doença entre humanos. A última vez que isso aconteceu no Brasil foi em 1942.

c) Então, se eu não moro em áreas rurais, de matas ou em zonas de risco eu não preciso me preocupar?

Exato! Apenas moradores ou pessoas que irão visitar essas áreas que devem receber a vacina. Para saber se você mora em uma zona de risco acesse: http://www.saude.gov.br/febreamarela.

d) E o macaco? Transmite a doença?

Não! Nem o macaco, nem uma pessoa contaminada podem transmitir a doença diretamente.

e) Se eu pegar a doença o que eu vou sentir?

Como toda infecção por vírus, a famigerada virose! Os sintomas inicias são inespecíficos como febre, dor no corpo, dor muscular, dor de cabeça e vômitos, os quais duram cerca de três dias e cessam. Após 24h, pode ocorrer febre alta, icterícia (pele amarelada), sangramentos, lesão no fígado e até morte.

f) Muitas pessoas morrem após contrair a doença?

Cerca de 15% das pessoas que contraem a doença desenvolvem a forma grave. Destas, 20 a 50% morrem.

g) Existe tratamento?

Não! Como a maioria das doenças virais, não há um tratamento específico. Apenas tratamento de suporte para as possíveis complicações.

h) O que mudou sobre a vacinação?

Atualmente, o governo está usando a dose fracionada da vacina, com um quinto da dose habitual. A sua segurança e proteção são iguais (cerca de 99% de eficácia), mas a pessoa que recebeu a dose fracionada deve ser revacinada em oito anos.

Caso tenha recebido uma dose da vacina habitual (não fracionada), esta vale para toda a vida.

i) E se eu for viajar para algum país do exterior que exige a vacinação?

Você deve tomar a vacina, pelo menos, 10 dias antes da viagem. A Anvisa não concede o Certificado Internacional para quem tomou a dose fracionada.

A dose fracionada vem discriminada na Carteira de Vacinação.

j) As mulheres têm que ter algum cuidado especial?

As mulheres em idade fértil e que desejam engravidar podem tomar a vacina, mas devem evitar a gravidez até 30 dias após a vacina.

k) E quanto as mulheres que amamentam? Quais os cuidados?

Se a criança tiver menos de 6 meses de idade, o ideal é parar a amamentação por 10 dias. Mesmo que a criança tenha tomado a vacina.

l) E as crianças??? Quem pode receber a vacina?

Geralmente, as crianças com mais de 9 meses podem receber uma dose da vacina PADRÃO! (as crianças NÃO devem receber a dose fracionada).

Aquelas com mais de 6 meses, que moram em áreas de risco, podem receber uma dose da vacina, no entanto, devem ser revacinadas posteriormente.

m) Existe algum cuidado especial com a administração desta vacina associada a outras?

As crianças que vão receber a tríplice viral SCR (sarampo,caxumba e rubéola) ou a tetra viral (SCR+ varicela) devem aguardar 30 dias, caso tenham sido vacinadas contra a febre amarela.

n) Quais cuidados devo ter se não puder vacinar meu filho?

Crianças que não se enquadram nas recomendações do Ministério da Saúde para receber a vacina ou que, por sua indisponibilidade, não foram vacinadas devem evitar visitas nas áreas de risco e se precaver das picadas dos insetos- abordamos este tema há alguns meses.

Saiba mais aqui:

http://www.clinicagoncalves.com/2017/11/23/nao-deixe-ele-tirar-o-sono-do-seu-filho/

Por hoje é só!

Dúvidas ou sugestões? É só escrever aqui embaixo ou na página do Facebook da Clínica Gonçalves: http://www.facebook.com/clinicagoncalvessr

Até Breve,

Dr. Vinícius F.Z. Gonçalves- Pediatra e Neonatologista